Publicado por: naele08 em: 01/02/2011
A parábola dos talentos – Mateus 25:14-30
Esta parábola explica como preparar-se para a volta de Jesus.
Ela também explica o objetivo de nossas vidas. Explica a missão que nos confiada por Deus enquanto vivermos.
O valor atribuído a um talento-ático era de 6 mil denários – o montante que o trabalhador levaria 20 anos para receber. Era esperado pelo mestre dos trabalhadores, que cada um dos trabalhadores usasse o que recebeu de acordo com suas habilidades. Um deles ganhou cinco e o outro três e ambos usaram suas capacidades para dobrar aqueles valores. A pessoa que recebeu um talento nem mesmo tentou cumprir a tarefa dada pelo mestre. Seu talento foi tirado, não recebeu nenhuma recompensa, e o relacionamento entre ele e o mestre foi destruído.
Deus nos dá somente uma vida para viver. Se considerarmos na parábola o tempo que cada um ganhou em talentos: o primeiro recebeu o equivalente a cem anos de trabalho, o outro 60 anos e o último 20 anos. Era esperado que cada um, utilizando-se de suas habilidades, multiplicasse isto em outros talentos, isto é, em outras vidas. E o que são outras vidas no Reino de Deus, senão alcançar os perdidos?
Não sabemos quanto tempo viveremos sobre a Terra, mas sabemos que teremos de prestar contas ao Senhor do que fizemos com nossas vidas. Nós a multiplicamos em outras vidas ou a enterramos numa cova? Nós nos aplicamos em servir aos outros ou nos fechamos em nosso egoísmo?
No dia do Senhor, Ele nos pedirá contas e o que apresentaremos a Ele? Uma vida enterrada e desperdiçada ou vidas alcançadas por seu evangelho e salvação?
Publicado por: naele08 em: 19/01/2011
Um clássico que resiste às mudanças de tendência tão comuns na moda. O vermelho tem sempre o seu lugar cativo, em batons e esmaltes.
O glamouroso batom vermelho
É comum as mulheres terem dificuldade de usar o batom vermelho por ser uma cor muito marcante. “Esse batom indica feminilidade e personalidade forte”, acredita o maquiador Lázaro Lambertucci. “Tem que ter atitude para segurar”.
Truques para aplicar o batom
1. Sempre usar hidratante labial, pois o vermelho realça as rachaduras.
Remove completamente as células mortas com a Máscara (peso líquido 8 g) e Hidrate com o Bálsamo (peso líquido 8g) para deixar seus lábios macios e suaves.
2. O lápis de boca entra em cena. “Contornar a boca ajuda para o batom não ultrapassar o limite do lábio”.
Outra dica é usar o pincel, que deixa mais uniforme e com traçado perfeito.
O resto da maquiagem é simples: “pode ser um olho em tons neutros, como o preto e marrom. Acho mais bacana uma pele natural e máscara de cílios. Para não pecar, faça menos”.
As melhores cores para você
Para achar o batom vermelho perfeito, observe a tonalidade da sua pele. E experimente muito.
Pele clara: “um vermelho mais seco, puxado para o sangue, e fosco”. Batom Cremoso Mary Kay Red.
Pele morena: “vermelhos com tons de cereja, ou misturado com rosa, melancia, romã”. Batom Cremoso Mary Kay Apple Beryy
Pele negra: “cores mais vibrantes e escuras, como o bordô, e com brilhos”. Batom Cremoso Mary Kay Berry Kiss.
Entre em contato comigo para saber como adquirir esses produtos, fazendo um comentário deste post.
Publicado por: naele08 em: 02/12/2010
BORBOLETAS
(Mário Quintana)
Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as delas.
Temos que nos bastar…
Nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam,
Elas se completam…
Não por serem metades, mas por serem inteiras dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe, também, que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e, que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”
Publicado por: naele08 em: 02/12/2010
Tem momentos difíceis na vida que achamos que vamos perecer e que a vida passou a não ter mais sentido. E é engraçado como todo mundo fala que tudo vai passar e é só uma fase. A impaciência é o algoz da alma. Quem em sã consciência, que está sentindo dor, tem paciência para esperar o analgésico aliviar o incômodo?
Somos a geração do agora, do imediato, do alívio instantâneo da agonia e da tristeza. Isso é um fato. Somos viciados na morfina da instantaneidade, do breve, do rápido.
Queremos o email e não a carta escrita a mão. Queremos a imagem pronta na tela e não a delícia da imaginação da cena. Queremos o presente e o futuro ao mesmo tempo e não a nostalgia do passado.
E quando os momentos ruins chegam quem tem força para vencer e avançar? Parece que justamente nesses momentos, resolve-se escrever a carta e não o email, ler o livro e não ver o filme pronto, pensar no passado e não mais sonhar com o futuro e se deliciar no presente. Que droga!!!
Então, de onde vem a força para vencer? De onde vem a força para enxergar através das nuvens que encobrem o sol, a luz do novo dia.
Acredito que a força vem justamente de outros momentos difíceis que passamos. Vem da memória das vitórias alcançadas ao longo da vida. Da lembrança da alegria que invadiu o peito quando um dia ruim passou e outro muito bom amanheceu.
Começamos então a vasculhar as músicas antigas que ouvíamos, a arrumar os armários, a ler os livros complexos que deixamos por terminar, a rir dos tombos que levamos, a zombar da própria infelicidade. E dessas coisas começam a brotar a força, a energia salvadora para se aprumar de novo e recomeçar.
A força não vem do sonho de algo novo, mas justamente da sombra do velho, dolorido e esquecido naquele cantinho do coração, que ninguém mais abre, somente a gente…isso quando tudo mais não funcionou para aliviar a dor. Deixamos a luz entrar naquela escuridão e dali retiramos as lições aprendidas em algum dia do passado dolorido.
Finalmente a alegria vem e o entusiasmo volta. O sorriso se abre de novo e recomeçamos a busca por mais aprendizado e crescimento.
Publicado por: naele08 em: 10/09/2010
Por: Honoré de Balzac
Tome a mesma moça aos 20 e aos 30 anos. No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.
Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma e de um homem. Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que isso é compensado por outros atributos encantadores que reveste a mulher de 30.
Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem. Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e orgulho da sua vagina, das suas carnes sinuosas, do seu cheiro cítrico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo – astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gosta dela do jeito que é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.
Aos 30 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos e acessórios, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.
Aos 30, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com muito mais competência quando interessa repelir. Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher,se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 30 ela,já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam e quem mais estivesse por perto, irremediavelmente.
Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas, que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.
Sim, aos 20 a mulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.
A mulher de 30, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Aos 30, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros; seus lábios, mais reluzentes; sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é a oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.
Aos 20 ela rói as unhas. Aos 30, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece alguma coisa também com os cílios, o desenho das sobrancelhas, o jeito de olhar. Fica tudo mais glamouroso, mais sexualmente arguto.
Aos 30, quando ousa, no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens já aprendeu a atuar no contra – ataque. Quando dá o bote é para liquidar a fatura. Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra a sua força na hora certa e de forma sutil.
Não para exibir poder, mas para resolver tudo ao seu favor antes de chegar ao ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis. Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Publicado por: naele08 em: 02/09/2010
Por Denise Gurgel
Publicado por: naele08 em: 26/08/2010
Publicado por: naele08 em: 26/08/2010
Que em matéria de maquiagem para os olhos os delineadores têm função fundamental e fazem toda diferença no resultado final não é novidade, né? A novidade é que na maquiagem do verão 2011 a dica é sair do usual delineador pretinho e investir nos delineadores coloridos. Confira!
Os delineadores azuis não são novidade e circulam nos necessaires de muitas mulheres há algum tempo. Na moda verão 2011 eles prometem ganhar mais força, principalmente nas colorações turquesa, já que o azul promete ser uma forte tendência de beleza da estação (tem até batom zul). A dica é experimentar e ver se gosta. O espelho sempre é um bom conselheiro. Outra coisa importante é deixar que os olhos sejam a estrela da maquiagem, ou seja, olhos coloridos com lábios coloridos é um risco desnecessário para qualquer look. Na foto acima temos Stephanie Pratt, que é super adepta dos delineadores azuis.
Os delineadores marrons também são uma boa opção na hora de maquiar os olhos, principalmente para quem têm cabelos como os de Amy, na foto acima, e agrega uma sombra na mesma tonalidade com cílios postiços bem negros.
Olhando rapidamente parece que Kim Kardashian nem está de delineador, mas posso garantir que ela está usando um delineador nude. A vantagem desta escolha é simples e pode até ser classificada de truque de maquiagem, já que o resultado abre o olhar e dá uma bela levantada nos olhos.
Leona Lewis, em minha opinião, dá um perfeito exemplo de como não usar delineadores coloridos. O delineador verde junto com o batom rosa deixou a maquiagem colorida demais. Achei uma pena, pois a escolha do delineado verde foi perfeita para seu tom de pele.
E você o que achou? Gosta de delineadores coloridos e vai apostar neles no verão 2010 ou não tem nada a ver com seu estilo?
Publicado em http://divadiz.com/2010/08/25/maquiagens-delineadores-coloridos/
Publicado por: naele08 em: 26/08/2010
Este post foi copiado do site www.chic.ig.com.br e é de autoria de Ligia Carvalhosa.
Foi-se o tempo em que o cinto era usado para manter a calça no lugar. Hoje em dia, o acessório serve para dar uma graça a mais às produções e marcam, ou deslocam, a cintura em looks com saias, vestidos, shorts e camisas, além de ficarem muito charmosos em cima de cardigãs de lã ou algodão. Mais: não precisa nem usá-los afivelados. Um nó pode muito bem fazer as vezes de fivela.
Para usar já, escolha os mais finos e continue usando até o ano que vem. Segundo a passarela da Prada (inverno 2011), a próxima estação no hemisfério Norte também vem com acessórios estreitos, como se fossem fitas delicadas, com direito a lacinho e tudo! Verniz, píton, pele, corda, plástico, metalizados… Você pode escolher o modelo que mais gostar e for adequado com o restante do visual. “Não precisa se preocupar em combinar com sapato e bolsa”, diz Gloria Kalil – aliás, um cinto de estampa de onça, por exemplo, é muito bem-vindo em um look monocromático em preto ou cinza.
Mas, apesar da variedade de opções de modelos e maneiras de usá-los, não é toda mulher que fica bem com o acessório: os cintos cortam a silhueta e podem ressaltar pequenas desproporções. Cada tipo físico pede uma largura e um uso diferente, olha só:
. Mulheres de tronco curto e pernas longas devem escolher cintos finos, como os da moda, e atá-los nos quadris ou um pouco acima, evitando que se perceba o pouco comprimento do corpo.
. Já aquelas de tronco longo e perna curta, ficam bem com um cinto mais largo e marcado na cintura. Melhor ainda se usar com um da mesma cor da peça de baixo.
. Baixinhas devem evitar cintos largos que, por sua vez, devem ser explorados pelas altas.
. Os cintos soltos são ótimos para quem tem pouco bumbum. E, acredite, também para quem tem muito bumbum. Mulheres com corpo violão não podem marcar a cintura, senão, os quadris vão parecer ainda maiores.
. Quem tem seios grandes não fica bem com os modelos largos ou logo abaixo do busto; o corpo vai parecer mais curto.
. E, gordinhas, não tenham medo dos cintos. Um de largura média ajuda a dar forma à silhueta e afinar a cintura.
E não esqueça: independente de seu biótipo, “o que vale é parar em frente ao espelho e ver o que cai melhor com a sua silhueta, não há ninguém que conheça melhor as nossas proporções do que nós mesmas”, ensina Gloria.
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Publicado por: naele08 em: 26/08/2010
Eu sempre pensei que o amor fosse uma escolha. A gente escolhe amar ou não alguém ou alguma coisa. Também sabia que todas as vezes que dizemos sim para alguém ou alguma coisa, dizemos não para outro alguém e outras coisas. Só não sabia como era esse processo de escolha.
Até mesmo o amor de mãe é uma escolha. A mulher escolhe desde o momento da concepção, cuidar de seu corpo, de sua mente, do ambiente onde vive para dar o melhor àquele ser que cresce em seu ventre. Sabemos que é uma decisão dela, amar ou não, porque existem inúmeras mulheres que escolhem interromper o ciclo da vida logo no início ou não se importam como vivem suas vidas a partir do momento que se descobrem grávidas. É uma verdade triste, mas real.
Toda vez que uma mulher escolhe amar seu filho e isto ela sempre o faz incondicionalmente, ela diz não para inúmeras possibilidades de vida: uma vida tranqüila sem choro de madrugada, sem fraldas sujas e pirraças sem fim. Ela escolhe passar pelo processo de crescimento do filho, pela simples possibilidade de ter um sorriso ou um olhar de carinho em retribuição.
O amor de uma mulher por um homem também é uma escolha. No momento em que se trocam os olhares, as primeiras palavras, as primeiras carícias. Até o seu corpo responde àquela escolha exalando toneladas de feromonios, informando ao mundo o que se passa em seu coração. Então ela também diz não para outras possibilidades de vida: uma vida com parceiros ocasionais ou com nenhum ou andar a buscar o príncipe encantado.
Isso tudo eu sabia por observação. Então, de repente descobri como se dá o processo da escolha de amar.
A mulher parte numa jornada de escolhas: dar um sorriso, no lugar de uma lágrima; um incentivo, ao invés da crítica; um ombro amigo, ao invés da indiferença; um carinho, ao invés da secura; a verdade, ao invés da mentira; a paciência, ao invés da ansiedade; o perdão, ao invés da amargura; o coração, ao invés da razão; o erotismo, ao invés da amizade; o amor, ao invés da aversão. E todas essas escolhas lhe custam alguma coisa, custam a dor de deixar e abrir mão de suas vontades prá fazer o outro feliz.
Por isso dizem que o amor dói. Dói morrer prá si mesmo em inúmeras possibilidades, para viver exclusivamente para alguém. Mas não é uma dor ruim, no fim é prazerosa, pois descobrimos a finalidade das nossas vidas.
É assim que pretendo viver o resto da minha vida: escolhendo amar você.