Coisas de Naele

A fábula que era verdade

Posted on: 09/04/2010

Era uma vez uma menina que se encontrava solitária e perdida. Ela havia se decepcionado com amigos e igreja. Algumas pessoas más, ou melhor, mal resolvidas fizeram algumas feridas em seu coração, que era bobo e carente.

Ela ficou triste e resolveu se afastar das pessoas, que eram suas amigas, como também daquelas, que com o tempo, descobriu que não eram amigas de verdade. Afastou-se da igreja, que ela gostava tanto, onde ela tinha comunhão com Deus e se alimentava de Sua Palavra.

E ela foi ficando triste, triste e cada dia mais triste. Quase entrou em depressão! Mas ela não sabia que Deus cuidava dela e a cada novo dia lhe ensinava algo novo. Mesmo nesse processo de tristeza e lágrimas, ela descobriu novos objetivos para alcançar, como também se descobriu mais amadurecida.

Ela aprendeu a ser paciente e menos arrogante, afinal ninguém é dono da verdade. Assim, descobriu que as feridas em seu coração, também eram culpa sua, porque não soube se dominar. Fez amigos diferentes e aprendeu a valorizar os que já tinha, os quais achava que não eram amigos, mas no fundo eram. Só ela não sabia.

Conheceu também um rapaz interessante, que até então era invisível aos seus olhos. Ele tinha um jeito de menino travesso, mas no fundo era mais maduro que muito cinqüentão. E ela se apaixonou por sua espontaneidade e sinceridade. E também porque ele beijava muito bem!

Então, o amor que a cercava, que era o amor de Deus revelado por meio dos amigos e desse rapaz foi curando (e continua curando) o coração dessa menina, que era solitária e perdida. Ela voltou a sorrir e a cantar, coisa que ela não faz muito bem, mas tenta.

Agora, ela não se sente solitária, pois seus amigos continuam lá de braços abertos esperando ela voltar. E também não se sente perdida, porque tem novos objetivos, pois Deus sempre faz novas todas as coisas. Ela se sente amada e respeitada, pois todos os dias recebe o bom dia mais gostoso que uma menina poderia receber.

Finalmente, ela vai voltar a ter comunhão com Deus, pois Ele fez muito mais que ela poderia imaginar, em muito pouco tempo. Embora estivesse acreditando que Ele estivesse esquecido dela, na verdade Ele nunca deixou de estar perto.

Fim

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